A elasticidade do Amor de Mãe

O nascimento de um filho é sempre um momento muito forte na vida de uma Mulher.

O nascimento do primeiro filho é o desembrulhar permanente de momentos únicos, é o desabrochar de um amor incondicional, de um amor tão forte que por vezes até magoa.

Lembro-me como se fosse hoje. Quando senti o meu filho pela primeira vez no meus braços. Sentimentos estranhos, confusos até. De onde viste tu? Olhei-o nos olhos, percorri as linhas do seu rosto, bastante magoado, com o meu dedo, agarrei na mãozinha dele e disse: tu, meu ratinho, és meu filho e eu sou tua mãe. O amor, o medo, as inseguranças, percorreram cada veia do meu corpo.

Depois, vem o segundo e o terceiro filho e penso: Será que vou amá-lo(s), como amo o meu primeiro filho? A barriga vai crescendo, vou falando com ele, vou dando festinhas na barriga, à noite canto-lhe uma canção de embalar para o acalmar e para ver se consigo adormecer.

É chegado o momento, o nervosismo apodera-se de mim, mas a dúvida que me perseguiu ao longo de 9 meses dissipa-se quando o vejo no colo. É indescritível! O turbilhão de sentimentos, a intensidade do amor que sentimos são tão fortes, que como diz alguém que me é muito querida:

“Quando pensamos que não há possibilidade de amarmos mais, somos surpreendidos… O coração de uma mãe é elástico e há sempre lugar para mais um.”

Todos os meus filhos são completamente diferentes uns dos outros, mas acreditem que amo os a todos com a mesma intensidade.

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